Posse de Monitora de Creche

No dia 11 de março aconteceu a posse de duas Monitoras de Creche e uma professora dos anos iniciais no gabinete do prefeito. Estavam presentes o prefeito Horácio Brasil, vice-prefeito Ademar Frescura, secretária de Educação Edy Bittencourt, secretária adjunta Sandra Busnelo e membros do Controle Interno. As Monitoras Sandra de Lima Trombini e Caroline Oliveira Ebling e a professora Loiva Terezinha Veiga Salbego que atuará nos anos iniciais da Rede Municipal foi dada a posse que entrará no exercício de suas funções. A secretária de Educação, Edy Bittencourt parabenizou as mais novas integrantes do quadro funcional da Secretaria de Educação.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

DIREITOS HUMANOS



DIREITOS HUMANOS: algumas implicações a este respeito


    Direitos humanos,como a própria palavra já indica, referem-se aos direitos reconhecidos em favor da pessoa humana,segundo a Declaração Universal, adotada e proclamada por resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948.
    Infelizmente, depois de 64 anos já completados, apesar de muitas conquistas, ainda vivemos num sistema onde a classe considerada mais vulnerável financeira e socialmente, perece sob a violação escancarada, através de torturas, opressão às minorias, uso abusivo de poderes, ineficiência na segurança pública, maus tratos, extorsões de diversos tipos, insuficiência de políticas públicas que possam atender a demanda de vítimas que tiveram seus direitos cerceados, além de fanatismos que põem em risco o respeito às diferenças.
    O que se vê são inúmeras distorções acerca dos referidos direitos, como se estes estivessem favorecendo "ladrões, bandidos, assassinos..." assim conceituados pelo senso comum.
    É evidente que precisamos de lideranças, principalmente a frente da Comissão de Direitos Humanos que legitimem a luta e manutenção das conquistas asseguradas, além da intervenção em ações que produzam algum tipo de sofrimento mental e o apoio a movimentos nacionais e internacionais de direitos humanos.   
   Diante do exposto e baseado na Declaração referida acima é preciso que haja a luta por práticas não excludentes, que mutilam os direitos pensados como legítimos. Imprescindível eximir-se da reprodução de ideias preconceituosas, conservadoras, discriminatórias e intolerantes, onde ainda percebem-se confusões a respeito.    
   Poderíamos pensar em indignação e possível punição pelos órgãos competentes para quem transgride estas normas já garantidas, mas o que busco provocar neste momento vai além destas ideias. Na ponta deste iceberg de contradições reside o perigo de que este processo democrático construído a partir de históricos movimentos sociais se converta em tentativas de manipulação em nome da liberdade de expressão, por exemplo, ou até mesmo em embasamentos religiosos radicais ou culturas estigmatizadas e intolerantes.
    Se a intenção é construir uma sociedade mais humanizada e coerente entre a teoria e a prática, é preciso reavaliar urgente o que queremos e quais as forças que impedem o desenvolvimento de um processo democrático mais eficaz, na busca da tão sonhada justiça social e igualdade perante as leis, conscientes sempre de que para cada direito corresponde um dever e baseados em posicionamentos mais críticos, que promovam este sujeito de direitos à vida em sociedade, de modo digno e sem violações.


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